Reta final reserva diversão, trapalhadas e muita tensão no convívio

Sexta, 19 de Junho de 2020

Neste sábado (20), o elenco do Made in Japão chega ao penúltimo episódio da disputa pelo prêmio de R$ 500 mil, sem precisar dar adeus a nenhum integrante. Mas com a proximidade da final, marcada para o sábado da semana seguinte (27), essa casa, cheia de adversários, tende a virar uma panela de pressão. Richarlyson será quem provocará uma ruidosa explosão de ânimos, desta vez com a ajuda de Flávio Mendonça. A nova confusão respinga até mesmo em Gui Santana e Luiza Ambiel, que também trocam faíscas entre si e protagonizam outros momentos imperdíveis desta edição!

Esse é o penúltimo de seis episódios que acompanham os bastidores de uma gincana maluca e muito divertida, legitimamente ao estilo japonês, disputada por famosos com talentos e temperamentos dos mais diversos. Confinados por 25 dias em uma casa sem muito conforto e em meio a uma puxada rotina de atividades, eles convivem entre paz e guerra na busca pela classificação.
Quanto mais perto chegam do corte, fase em que só sobrarão seis dos nove participantes no jogo, mais ansiosos muitos ficam – e isso pode virar uma grande desvantagem a esta altura do campeonato. "Não imaginei que tudo seria tão intenso assim! Agora, toda prova é um instante decisivo", resume Babi Muniz.

 

"Quem está embaixo, no placar, ainda pode ganhar pontos e tirar do lugar quem está em cima!", lembra Sabrina.

 

CONTEXTO
Acostumado a pensar na dinâmica do programa considerando dois grupos, que até então eram o Ninja e o Samurai, o elenco precisou, no último sábado (13), recalcular a rota e traçar novos caminhos e estratégias para chegar ao pódio. Após o anúncio surpresa de Sabrina Sato, ambos os times acabaram extintos para serem formadas novas equipes com três pessoas cada. Os trios foram definidos a partir de escolhas feitas por seus líderes. Luiza, Babi e Dhomini, que ganharam a função por terem menos pontos até ali, puxaram os aliados para seu time.

Luiza, que chora e não consegue sair dos 29 pontos, buscou vantagem competitiva chamando a mais ferrenha rival para seu grupo: Maurren Maggi. Mas, mesmo com o reforço da ginasta Dani Hypólito, a eterna musa da banheira não venceu disputas!
"Não quero brigar com ninguém, mas vou fazer de tudo para ganhar", avisa Maurren, que avalia: "Para a gente, o trio ficou muito ruim. Ficaram dois homens fortes nos outros times e o nosso ficou só com mulheres".

 

NOVO CAPÍTULO

Será que neste sábado Luiza consegue sair da última posição do placar ou, pelo menos, elevar a pontuação? Suas parceiras de equipe torcem para que sim, pois ninguém ali está disposto a despencar na tabela, e a própria competidora se cobra para melhorar o desempenho. Nem tudo, porém, sai como planejado: mais uma vez a líder das três apronta uma das suas, durante uma prova, e bota em risco o plano de virar o jogo. A cena seria cômica, se não fosse trágica. O choro é certo. Encarar as consequências fica ainda mais difícil.

"Eu olho as provas depois e penso: parece tão fácil! Como posso ter ficado apavorada e não ter acertado? Mas na hora, com a adrenalina do programa, com a tensão que a gente causa entre a gente e com a busca pelo prêmio, dá nervoso. Quando passa, eu tenho vontade de me pôr de castigo!", desabafa a modelo.

Competitivo, Richarlyson também pilha a casa, pois está cada vez mais desconfiado e atento ao seu redor. "Primeiro, fiquei muito triste quando o Samurai acabou, porque eu fui Samurai desde o começo. Mas ainda não dava para saber como tudo ficaria do novo jeito, o que iria acontecer... Agora, o momento exige que gente se prepare para tudo, porque o programa está chegando ao fim da primeira fase", diz o ex-boleiro.

Com todo o olhar clínico que tem lançado sobre os parceiros de confinamento, fica impossível ao jogador, neste fim de semana, não despejar algumas de suas impressões ali na roda. O alvo principal é, novamente, Flávio Mendonça, que não gosta nada da leitura que o colega faz sobre o seu desempenho no jogo. "Nos momentos de competição, claro, a gente acaba extrapolando", instiga o gêmeo.
E nesse fogo cruzado, quem também sai chamuscado são Gui Santana e Luiza Ambiel, que aproveitam para resolver diferenças no calor das discussões. Aliás, são esses mesmos dois participantes que protagonizam, cada um separadamente e em momentos distintos, os acontecimentos mais impressionantes e comemorados deste episódio!

Durante as provas os competidores mostram ser um grupo motivado a criar estratégias para superar limitações que entendem encontrar na realização das atividades. Às vezes, ser baixo ou alto demais pode influenciar positiva ou negativamente nos resultados, da mesma forma que, nos duelos, muito depende do adversário que cada um tem de enfrentar.

Diante de tantas variáveis, oito dos inquilinos da casa acabam sendo unânimes em apenas uma vontade: na definição das duplas rivais, todos querem ter como oponente ninguém menos que Luiza, a lanterninha do reality!

 

Vejas quais são as atividades competitivas deste episódio:

 

Prova de times 1: uma grande estrutura simula uma máquina de pegar bichos de pelúcia. Um membro do trio tira com a boca, em potes de farinha, a definição de quais itens devem ser resgatados por outro, que está suspenso sobre uma piscina de brinquedos. O terceiro integrante manipula uma engenhoca que movimenta o parceiro içado, que assume a função de uma garra humana. Todos estão vestidos de panda.

Prova de duelos 1: sobre uma esteira individual onde há obstáculos a serem vencidos, cada integrante repete o percurso de ida e volta, transportando de um lado a outro, em um pote sobre a cabeça, as bolinhas plásticas que retiram de um recipiente comum aos dois competidores. Ganha quem acumula mais itens. Em uma seletiva que requer sorte, uma pessoa do elenco é excluída da atividade.
Prova de times 2: sentados em grupo, os trios são submetidos a um teste de conhecimento sobre a história do Japão. O grupo que apresentar a resposta mais distante da correta, terá um de seus competidores virando alvo de uma meleca colorida que cai sobre sua cabeça. A última equipe a manter "sobrevivente" ganha. Todos estão vestidos de unicórnio.

Prova de duelos 2: vestidos em trajes de banho, com boia e pé de pato, os participantes encaram um circuito escorregadio e cheio de dificuldades, que simula um dia de praia. Tem até um ônibus lotado no percurso dos competidores, que têm uma missão a cumprir. Uma novidade muda a estrutura desta prova.

 

Confira abaixo o perfil dos jogadores e como estão os times e o placar da competição neste momento:

 

PERFIS E PONTUAÇÃO - POR TRIO

 

Trio 1 (pontos em 13/06)

 

Luiza Ambiel (29 pontos)
48 anos, atriz, empresária, youtuber e eterna musa da banheira do Gugu.

Maurren Maggi (113 pontos)
43 anos, campeã olímpica de salto em distância e comentarista esportiva.

Daniele Hypólito (68 pontos)

35 anos, ginasta e ex-participante de reality shows.


Trio 2 (pontos em 13/06)

 

Babi Muniz (80 pontos)

30 anos, modelo, blogueira e ex-panicat.

Gui Santana (120 pontos)

33 anos, ator, comediante e apresentador.

Richarlyson (108 pontos)

37 anos, ex-jogador de futebol e treinador de vôlei.

 

Trio 3 (pontos em 13/06)

 

Dhomini (77 pontos)
47 anos, vencedor de reality, palestrante e ex-namorado de Sabrina Sato.

Flávio Mendonça (100 pontos)

41 anos, modelo e corretor de imóveis; com o irmão gêmeo, Gustavo, foi ícone da TV na virada do século.

Silvana Oliveira (95 pontos)
45 anos, empresária, influenciadora digital e mãe da cantora Ludmilla.

 

Participantes que deixaram o reality

 

Sérgio Hondjakoff 
35 anos, ator, funkeiro e intérprete do personagem Cabeção, de 2000.

Quitéria Chagas
39 anos, atriz, modelo, passista e dançarina.

 

O REALITY

Versão brasileira do "Big in Japan", formato nada convencional importado do Japão, o programa é exclusividade da Record TV. Inédito no Brasil, coloca famosos em provas bizarras de estratégia, sorte ou habilidade, enquanto têm de lidar com a rivalidade dos colegas durante um confinamento de 25 dias, sem muito conforto. Os pitorescos anfitriões japoneses Yoshi e Mr. Fu apresentam o megajogo ao lado de Sabrina. 

Com edição adaptada às noites de sábado, as provas da gincana tendem a ser exibidas de forma mais ágil, enquanto a interação entre os candidatos é valorizada. A final dos seis episódios de 110 minutos está marcada para o dia 27 de junho. A cada sábado, quatro provas testam os competidores e geram pontuações individuais.
Quem vence desafios obtém vantagem no jogo e recompensas, enquanto quem perde, enfrenta castigos, todas essas atividades inspiradas nos costumes japoneses. Até aqui não houve eliminação por regra, mas sim, acúmulo de pontos. Recursos diferenciados são lançados para agitar e virar o jogo!  

 

Os episódios podem ser vistos na plataforma PlayPlus (playplus.com) ou no canal oficial de Youtube da Record TV.

 

Crédito da foto: Antonio Chahestian/Record TV

 

O programa Made In Japão vai ao ar aos sábados, a partir das 22h30!

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